
Epidemias mortais vêm destruindo gerações e acabando com qualquer possibilidade de desenvolvimento em muitos lugares do planeta. Em todo o mundo, cerca de 39 milhões de pessoas são portadoras do vírus da AIDS. Por outro lado, a experiência de países como o Brasil, Senegal, Tailândia e Uganda demonstra que a expansão do HIV pode ser detida
O sexto objetivo exige que até 2015 os países consigam reduzir o crescimento de casos de AIDS e a incidência de outras doenças graves, como a malária, a tuberculose, a hanseníase e a dengue. Pelo menos em relação à AIDS, a mais preocupante de todas essas enfermidades, o Brasil tem um longo caminho pela frente e pode não conseguir cumprir a meta. O número de pessoas identificadas com AIDS cresceu sem parar até 1998, quando atingiu a taxa de 20 casos para cada 100 mil habitantes. Na Região Sudeste, desde 1998 os casos vêm diminuindo, mas aumentaram nas demais regiões, principalmente no Sul do país.
Número de casos de AIDS registrado por ano de diagnóstico,dados de Eunápolis-BA
META:
Até 2015, ter detido a propagação do HIV/Aids e garantido o acesso universal ao tratamento. Deter a incidência da malária, da tuberculose e eliminar a hanseníase
SUGESTÕES DE AÇÕES:
- Fazer visitas domiciliares para mostrar os locais que podem favorecer a dengue, principalmente no verão, época de epidemias de dengue.
- Incentivar a população a participar das campanhas de vacinação.
- Fazer campanhas de informação, mobilização e prevenção à Aids e de outras doenças epidêmicas.
- Divulgar informações sobre todas as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), na comunidade. Orientar sobre sintomas e busca de tratamento médico.
- Fazer levantamento sobre os serviços disponíveis – remédios, postos de saúde, centros de atendimento.
- Cuidar de nossa higiene, e incentivar e orientar que outros façam o mesmo.
- Usar preservativo, exigir sangue testado e não compartilhar seringas e agulhas, prevenindo-se do HIV.
- Procurar um posto de saúde ao identificar manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, dormentes na pele. Hanseníase tem cura.
- Doar sangue periodicamente aos hemocentros e estimular que outras pessoas o façam.
- Não deixar acumular água em plantas, vasos, calhas, pneus, vidros e outros recipientes, evitando que surjam focos do mosquito transmissor da dengue em casa, na rua, no bairro.
- Encaminhar as pessoas com febre e tosse persistentes ao serviço de saúde, além de orientar os portadores de tuberculose para que façam o tratamento completo – mesmo que não apresentem mais os sintomas da doença.
- Sensibilizar familiares e amigos a não estimularem o consumo de bebida alcoólica por crianças e adolescentes, contribuindo para prevenir o alcoolismo e suas conseqüências.
- Identificar, na família e na comunidade, pessoas que fazem uso abusivo de álcool, encaminhando-as aos serviços de saúde para tratamento médico e apoio psicossocial.
- Incentivar o debate entre a universidade, as escolas e a comunidade para atingir mais amplamente esse objetivo.
DOENÇAS:
- HIV/ AIDS
- Grávidas portadoras do HIV têm 25% de chances de transmitir o vírus para seus bebês durante a gestação ou no momento do parto. Mas o contágio pode ser evitado se a mãe fizer um bom acompanhamento pré-natal
- Ser portador do HIV não é a mesma coisa que ter AIDS. Depois de ser contaminada pelo vírus, uma pessoa pode passar anos — até mesmo a vida inteira — sem desenvolver a doença. Quanto mais cedo ela fizer o teste e iniciar o tratamento, mais chances de sobrevida terá.
- De 1980 a 2004 foram notificados 360 mil casos de AIDS no Brasil. Mas estima-se que atualmente 600 mil pessoas vivam com AIDS ou sejam portadoras do vírus HIV. A AIDS é uma das doenças com mais alto nível de sub-registro em todo o mundo. Isso porque as pessoas têm muito medo de fazer o teste e receber um resultado positivo para a infecção.
- TUBERCULOSE
- A cada ano, 80 mil pessoas adquirem a tuberculose
- O risco de morte por tuberculose é maior para negros e pardos, em comparação com a população branca.
- A doença mata 1,7 milhões de pessoas por ano em todo o mundo.
- A tuberculose pulmonar é a variação mais comum da doença, e também a que mais faz vítimas fatais. Se não tratado corretamente, um paciente pode infectar até quinze pessoas em um ano.
- MALÁRIA
- De 1990 até hoje caiu bastante o número de pessoas com malária, mas o fluxo foi irregular: houve vários períodos de aumento da doença, como em 1999 e em 2004, particularmente nas regiões metropolitanas de Manaus e Porto Velho, capitais do Amazonas e de Rondônia, respectivamente.
- Apesar da queda geral, cresceu de 18% para 22% a proporção de casos graves de malária, causados pelo Plasmodium falciparum. Essa variação da doença é a que mais mata.
- A Região Amazônica concentra 99% dos casos da doença atualmente
- HANSENÍASE
- Para cada 10 mil brasileiros, há 1,7 com hanseníase. Parece pouco, mas deveria haver menos ainda. A taxa está acima da que é tida como razoável pela Organização Mundial de Saúde. Para que seja considerada erradicada, é preciso que exista, no máximo, um novo caso para cada 10 mil habitantes por ano.
- A maioria dos casos ocorre na Amazônia.
- A maioria dos casos ocorre na Amazônia.
- Alguns especialistas acreditam que há um exagero na medição dos casos de hanseníase no Brasil. Isso ocorreria, segundo eles, devido a falhas na rotina de atualização dos dados referentes à alta dos pacientes nos hospitais.
- DENGUE
- 1976 é tido como o ano da “reintrodução” da dengue no Brasil, depois de um longo tempo em que foi considerada erradicada por aqui. Naquele ano, cerca de 84 mil pessoas foram diagnosticadas com dengue. A doença virou notícia na década de 1990: cresceu sem parar até 1998, quando foram registrados cerca de 528 mil casos. E foram 794 mil casos em 2002.
- Entre 50 e 100 milhões de pessoas pegam dengue por ano.
- Aproximadamente 20 mil morrem em conseqüência da dengue.
- Aproximadamente 20 mil morrem em conseqüência da dengue.
Postado por: Camila Trajano
Essas doencas causam muitos transtornos na vida das pessoas, e as consequencias sao muitas, e nenhuma delas sao boas, pois isso todos tem que se previnir delas, pois existem varios meios de prevencao.
ResponderExcluirTemos que combater a essas doenças que podem ater nós levar a morte .Então temos que fazer varias campanhias nos postos em casas e fazendo tudo para não obter aquilo que possa nós levar até a morte.
ResponderExcluir_ Aryelle Brito
Muitas pessoas no mundo tem HIV/AIDS e não sabem, e esses casos estão cada vez mais frequentes, alem do HIV/AIDS existe outras doenças que são difíceis de ser descobertas,por isso deveria existir mais campanhas sobre essas principais doenças,as doenças que são protegidas por vacina deveria ter campanhas de vacinação, mas a prevenção não depende só disso, as pessoas também tem que tomar medidas para se prevenirem e evitarem essas doenças que causam tantas mortes no mundo.
ResponderExcluir- Camila Trajano
No Brasil área de saúde tinha que ser mas valorizada,Médicos,enfermeiros fazem plantão,trabalham muito e recebem uma salário muito pouco, quer dizer depende né?
ResponderExcluirTem uns da rede particular que ganham bem já os da rede pública ki nada, pra agente ver a desigualdade.
Em hospitais públicos o atendimento é ruim fora que os hospitais estão sempre lotados..
O governo deveria investir mas na SAÚDE porque vamos combinar está uma porcaria esses hospitais públicos para alguns que chegam e é caso de emergência não só pra eles pra outros também...
Acho que deveria ser criada mais campanhas de prevenção contra essas doenças, mas muitas vezes a pessoa tem que ter uma certa atenção com a sua própria saúde.
ResponderExcluir- Isabelle Almeiida.
Essas doenças como a malária e a Aids são muito perigosas, pois podem levar uma pessoa a morte. Eu acho que deviam dar mais atenção as pessoas portadoras dessas doenças e criar mais postos de saúde específicos para essas doenças.
ResponderExcluirinfelizmente várias pessoas morrem todos os anos com estas doenças principalmente a AIDS que não tem cura, e muitas vezes as pessoas não se cuidam,ou não tem como ir em um hospital, pois a saúde publica está piorando cada vez mais, faltam médicos,equipamentos, remédios e muitas outras coisas para melhorar a qualidade da saúde publica, por isso devemos cobrar do governo fazer a sua parte, para que estas horríveis estatísticas diminuam!
ResponderExcluir- Maritsa Fonseca.
Epidemias mortais vêm destruindo gerações e acabando com qualquer possibilidade de desenvolvimento em muitos lugares .Domiciliares para mostrar os locais que podem favorecer a dengue, principalmente no verão, época de epidemias de dengue. E fazer campanhas para que acabar com adengue de um jeito ou de outro.
ResponderExcluirSe o governo conseguir realizar essa meta até 2015 vai ser ótimo, mas temos que entender também que não depende só deles, e sim de todos, e se você não se prevenir, cuidar da saúde pessoal, você é quem mais vai sofrer. É triste ver essas estatísticas que mostram que milhares de pessoas morrem por ano por falta de cuidado, ou até mesmo por falta de informação. Espero que o programa que o governo vai realizar melhore a qualidade de vida das pessoas que moram no Brasil .
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